Freedom 251: o smartphone mais barato do mundo

Na Índia foi lançada recentemente a marca de smartphones mais baratos do mundo, a Freedom 251, e cada telemóvel custa cerca de 4 dólares (o equivalente a 251 rupias).

O nome já deixava adivinhar o preço pelo qual seria comercializado, e simboliza também a meta que queriam alcançar com este equipamento: expandir a conexão à Internet para toda a população do país, dando liberdade de acesso à informação e comunicação. Por estes motivos, a equipa por detrás do Freedom 251, a Ringing Bells, tem contado com o apoio do governo indiano. Uma parte importante do financiamento do projecto foi feito pelo governo, que consciente da necessidade de estabelecer e melhorar as conexões existentes no país e dos benefícios que o projecto pode trazer aos cidadãos, decidiu assim abraçar fortemente esta campanha. O projecto, reflecte assim, a confiança que o governo e as autoridades indianas têm na Internet como uma melhoria económica e social.

O desafio da Ringing Bells era criar um smartphone acessível para a grande maioria dos consumidores indianos; o país que é considerado o segundo mais populoso do planeta, com mais de 1250 milhões de pessoas, onde não existe uma classe média formada e o nível económico é maioritariamente muito baixo, não existindo poder de compra. O objectivo é que mais e mais pessoas tenham acesso à Internet, e a uma série de serviços que estão interligados ao acesso à mesma.

freedom251

Freedom 251

O equipamento em si apresenta algumas características básicas, mas é o suficiente para navegar e utilizar aplicações:

  • 1 GB de RAM;
  • 8GB de memória interna, que pode ser expandida com cartão SD;
  • Câmara traseira de 3,2 MP;
  • Câmara frontal de 0.3 MP;
  • Bateria de 1450 mAh;
  • Sistema operacional é Android 5.1
  • Garantia de 12 meses (6 meses para bateria e carregador; 3 meses para os earphones).

O Freedom 251 encontra-se disponível apenas na Índia, não sendo vendido (ainda) para fora do país. A primeira fase de pré-encomenda já encerrou, mas parece que não tardará a abrir a segunda fase.

 

[Fonte: DiarioEcologia]