Amazon quer controlar todos os movimentos dos funcionários

Cada vez mais, as empresas pretendem controlar a movimentação dos seus colaboradores, para que estes não sigam caminhos “menos correctos”. A Amazon está a levar esta ideia ao extremo pois está a desenvolver uma patente que tem como objectivo a criação de uma pulseira que consiga registar todo e qualquer movimento que alguém faça. Saiba mais, connosco!

Amazon quer controlar todos os movimentos dos funcionários

A Amazon patenteou o design de um dispositivo que pode medir com a máxima precisão os movimentos de um trabalhador. O novo aparelho, semelhante a uma pulseira, pode ser colocado na mão e está preparado para dar um alerta quando alguém seguir um caminho que não o definido.

E agora, onde estão as questões de privacidade dos colaboradores?

Quando alguém faz um pedido na Amazon, é envia03do um conjunto de informação para um colaborador que irá recolher o produto, empacotar e colocar o mesmo na caixa de entrega, antes de nova tarefa.

Esta pulseira tem como objectivo controlar a localização exacta dos movimentos das mãos dos funcionários. Para além desta funcionalidade, esta pulseira terá uma funcionalidade de vibração que irá alertar o funcionário se esta a ir no caminho certo ou não.

O principal objectivo é diminuir o tempo gasto por cada trabalhador no desenvolvimento de tarefas e, ajudar os responsáveis de armazém a localizar os movimentos dos seus colaboradores.

Infelizmente, a situação da pulseira vibrar no pulso faz relembrar as coleiras de choque que são utilizadas em animais. O conceito teórico é o mesmo…

Amazon no extremo total

A Amazon parece interessada em instalar uma base no Porto. Infelizmente, esta empresa ganhou reputação de tratar os colaboradores como robots. Uma investigação da BBC em 2016 deu conta que os colaboradores tinham más condições de trabalho e, um dos trabalhadores contou que ele e os seus colegas tinham que defecar em sacos de plástico para atingir os prazos propostos pela empresa.

A Amazon, que poderá estar interessada em instalar uma base no Porto, há algum tempo que ganhou a reputação de tratar os trabalhadores como se fossem robô. Uma investigação da BBC, em 2016, deu conta das más condições de trabalho num dos armazéns de entrega da gigante tecnológica. Ao canal inglês, um dos trabalhadores contou que os colegas tinham que defecar em sacos de plástico para conseguir atingir os prazos de entrega propostos pela empresa.