O último trabalho na terra

Estamos habituados a olhar ao redor e ver tecnologia e inovação em todo o lado. Engraçado que até nas nossas casas de banho existe possibilidade de termos tecnologia de ponta, como por exemplo televisão quando tomamos banho e, chegando ao extremo de termos vasos sanitários que efectuam a limpeza de forma automática ou até espelhos inteligentes.

Cada vez mais vivemos num mundo onde o ser humano tem menos trabalho. Terá a tecnologia algo a ver com isso? Qual será o último trabalho da terra?

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Prever o futuro a pensar no passado!

A única coisa que podemos fazer neste momento, é prever o futuro ou pelo menos tentar. Não sabemos como vai ser daqui a 10, 20 ou 30 anos, mas podemos prevê-lo. Se recuarmos alguns anos, onde muitos de nós não éramos nascidos, só prevendo e, talvez mesmo assim fosse difícil dizer que à data de hoje, em 2016, poderíamos sair à rua com algo na mão (tablet, smartphone ou até mesmo smartwatches), e com simples toques com o dedo teríamos o mundo nas nossas mãos.

Voltando atrás, Julio Verne foi um dos pioneiros do futurismo e previu a existência de viagens espaciais, submarinos, helicópteros e satélites ou por exemplo George Orwell, que previu a instalação de câmaras por todo o lado para que pudéssemos ver o dia-a-dia das pessoas em programas como Big Brother!

Então, porque não pensar num futuro onde o ser humano não precise de trabalhar, onde o último emprego do mundo seja mesmo apenas um, Tecnologia!

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O Deus Tecnologia

As máquinas já estão a tomar conta de tarefas impensáveis – se não inimagináveis – desde à uma década, Andy Haldane

É justo dizer que a tecnologia neste momento é uma das grandes responsáveis pelo desemprego! Antigamente, onde se precisavam de 100 Homens para trabalhar, agora só precisamos de 1 máquina.

O “Deus Tecnologia” está presente, como vimos atrás, mesmo na casa de banho. Em tarefas como cozinhar, já pudemos entregá-las a máquinas como a bimby. Fora de casa, olharmos, por exemplo, para a simplicidade de um trabalho árduo que era a “apanha da azeitona” ou mesmo as vindimas, existem máquinas que fazem o trabalho do Homem em minutos. Será então a área da tecnologia, a última área de trabalho da história da humanidade?

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A passagem pela “guerra”

É muito bonito pensarmos num mundo onde não teremos de realizar realmente nada no dia-a-dia. Mas pense o leitor que se as máquinas ainda não dominam o mundo e já existe a “guerra” que existe, com a falta de emprego, como seria se realmente as máquinas dominassem o mundo?

Se pensarmos que este domínio não acontece de uma só vez, mas sim aos poucos (que será talvez a mais real situação), comece então por pensar o leitor que hoje chega ao emprego e o patrão despede-o por uma máquina. De seguida despede o seu vizinho, os seus familiares. É justo dizer que os protestos iriam aumentar, mais justo ainda dizer que assaltos iriam aumentar. Todos à procura de uma migalha de pão para a sua família!

Iria a anarquia instalar-se antes de pudermos usufruir de um mundo 100% automatizado?

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O que faremos então?

Imagine o leitor, um mundo onde não tem que limpar a casa, cozinhar, não tem de conduzir,  nem trabalhar. Imagine o seu dia a dia tornar-se uma constante rotina de pensamento: “O que vou fazer?”

Saídas para fazer compras, passear, aproveitar as alegrias da vida, passar tempo com a família, conhecer o mundo. Tudo à distância de um simples pensamento! Quem sabe, desde se desde as nossas eras mais primitivas, não era este nosso destino.

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Seria este o mundo ideal? O que aconteceria com a moeda? Não iria existir? Um mundo livre de dinheiro seria um mundo livre?

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